AS ESTRELAS QUE HOJE VEMOS JÁ MORRERAM HÁ 100 ANOS
de Rita Delgado e Diana Narciso
com Matilde Jalles

.

SINOPSE

Maria é mãe de Joana, Joana é mãe de Olívia, Olívia é mãe de Maria.

Aqui, as leis da Física cruzam-se com a Ficção e operam de maneira insólita: Espaço e Tempo reorganizam-se perante a força exercida pela dinâmica relacional gerada entre estas três mulheres, convidando-nos a reflectir sobre laços maternos, intimidade, individualidade, ciclos e interdependência.
Somos feitos da mesma matéria: partilhamos com as estrelas 97% do mesmo tipo de átomos. Se quando olhamos para o céu vemos o passado, será que também o podemos ver em nós? A minha identidade comporta a identidade da minha mãe?
E a da minha filha?

Maria é filha de Olívia, Olívia é filha de Joana, Joana é filha de Maria.

.

© Bruno Simão

© Bruno Simão

.


FICHA ARTÍSTICA

Criação - DIANA NARCISO e RITA DELGADO
Interpretação - DIANA NARCISO | MATILDE JALLES | RITA DELGADO
Apoio Dramatúrgico - JOANA BÉRTHOLO
Cenografia e Figurinos – JOANA SUBTIL
Sonoplastia e composição musical - PEDRO MELO ALVES
Desenho de luz - DIANA DOS SANTOS
Vídeo - TEMPER. CREATIVE AGENCY
Produção - SOFIA ESTRIGA

.

DATAS

17 a 27 de fevereiro de 2022 na Escola do Largo, em Lisboa.

27 e 28 de Março no Teatro Sá da Bandeira, no Porto.

2 de Julho no Cine Teatro de Almeirim.

.

.

APOIOS:
República Portuguesa - Cultura/ DGArtes Ministério da Cultura

COPRODUÇÃO:
Santarém Cultura

RESIDÊNCIAS DE COPRODUÇÃO:
Espaço do Tempo, DeVir CAPa

.

© Bruno Simão